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Domingo, 30 de Novembro de 2008

UM POEMA PARA EUGÉNIO ANDRADE

palavras luminosas ditas devagar

como se nelas pulsasse o vento
ou ondulasse o mar. Palavras escritas
como quem sabe que nenhuma
sílaba pode ser perdida.
Nenhuma frésea ou alga ou luz ou sal
ou espuma
Nenhuma consoante ou vogal
da vida.
 
Manuel Alegre
 
 
Chopin - Nocturno Op.9 #1 em Si b menor - Maria Joao Pires
publicado por Bernardete Costa às 21:43

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