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Quarta-feira, 30 de Abril de 2014

POEMA E TELA DE ARMANDO MAGNO "LUXÚRIA"

LUXÚRIA

 

Sente a virtude da nudez

na poesia da pele, licita natura em êxtase

 

toca-a no desejo que a inebria

e desce pelo abismo tremente do beijo

secreta volúpia que suspira e perdura

 

toma-a, ou toma o que dela se te oferece

e qual carícia em seus cabelos  acolhida

serás vertigem num rosto sem cor.

 

Óh, pomo de rubra romã,  puro devaneio

suculento seio no afã  da luxúria…

 

derrama teu sufoco mulher e sacia  a fome

neste teu sem nome

oferta mais singela

que ao olhar se não revela

 

e tuas mãos irmãs no delíquio dos anseios

colhem nuvens de beijos

compondo no céu o adiamento da espera.

 

Quem sabe do teu rosto para a censura

o fogo da luxúria a chama do entardecer?

 

Tal é o segredo no clamor da carne

mas nas vestes da pintura és seda és sede

veemente apelo de mulher.

 

 

Bernardete Costa

2013

publicado por Bernardete Costa às 14:38

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