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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2017

HOMENS IMPRUDENTEMENTE POÉTICOS

 

Permitam-me um segredo! Não bem um segredo. Já o contei a algumas pessoas. Que disseram, isso não é segredo, é uma coisa, assim, muito pateta. Então, vou contar-vos uma coisa mesmo e muito pateta: Andava a ler “Os homens imprudentemente poéticos”, de Valter Hugo Mãe. O livro pertencia à biblioteca. O livro rejeitava deixar-me desacompanhada. Porque assim me senti quando o fui entregar. Já fora do prazo.
Não vos vou explicar a razão do meu desacompanhamento, dava algum trabalho. A mim a escrever e a vocês a ler as minhas palavras. Apenas vos digo que fiz o que entendi melhor fazer. Comprei o livro.
Não me sinto mais desacompanhada. Nunca um outro livro fez esse efeito em mim. Talvez algo parecido. Mas não tanto. Sou mesmo pateta, talvez, mas sinto-me “imprudentemente” feliz quando releio, ainda que só uma frase, ao calhas, de trás para a frente da frente para trás…
Quanto a mim, um livro que não se separa de mim, porque eu não me separo dele, é um bom livro, melhor, um livro mágico!

Fiquem bem, e não se sintam desacompanhados. Um livro por perto aguarda-vos...

valter.jpg

 

 

publicado por Bernardete Costa às 18:43

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