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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017

ABSTENÇÃO ELEITORAL

 

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O país votou. O outono abraçou com seus esplendores de ouro e cobre o dia. Ainda assim a abstenção persiste. Não tenho dados no momento que me indiquem se aumentou ou diminuiu. Mas vislumbro uma abstenção, essencialmente da camada mais jovem do eleitorado. Uma preocupação presente, mas também futura. O voto é um instrumento democrático, que nunca se esqueça, conquistado em abril, que nos permite escolher quem nos governa. Para o bem ou para o mal. Ou nem por isso. Agora, quem se abstém, está no seu direito. A nossa Constituição assim o permite. Apenas, no meu entender, não cabe ao abstencionista a razão de contestar este ou aquele resultado eleitoral. Refutar esta ou aquela política. Há vozes que proclamam a obrigatoriedade do voto. Prefiro que cada cidadão entenda a “obrigação de votar” como uma atitude cívica essencial ao exemplar - ainda que com reservas, sabe-se - funcionamento da democracia.

A liberdade, assim como a democracia, é uma espada de dois gumes.

 

Bernardete Costa

 

 

publicado por Bernardete Costa às 18:29

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