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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012

PORTUGAL A ARDER...

Perante as primeiras notícias do dia, os fogos lavrando pelo país, destruindo, matando..., teci alguns comentários na página do facebook. Logo recebi este comentário que pela premência pretendo aqui registar:

"

esse País gosta de meter a cabeça na areia. Cá em Angola, está calor, tempo seco (nao chove hà meses) e incendios ?? nem UM ! Ainda andam à procura de justificações !! Um angolano perguntava-me, porque há tantos incendios em Portugal ? Ainda estive tentado em falar do calor, mas tive vergonha...."

 

É isso mesmo, este país perdeu a vergonha....

publicado por Bernardete Costa às 15:02

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1 comentário:
De Zé da Burra o Alentejano a 5 de Setembro de 2012 às 19:55
Em Portugal as campanhas de prevenção insistem sistematicamente em nos avisar para não fazermos piqueniques com fogo, não jogar beatas para o chão, não deixar latas nem vidros pela mata como prevenção de incêndios que desde à algumas décadas nos atingem anualmente. Na realidade, as pessoas estão hoje, desde os primeiros anos de escola, muito mais sensibilizadas sobre o perigo de incêndio do que estavam à 30/40 anos. Havia então o hábito de fazer piqueniques com fogo e tudo (para assar umas febras ou umas sardinhas), fumava-se muito mais que hoje e as beatas eram jogadas fora, embora houvesse o bom senso de não as deitar em local de risco. Hoje, Também quase não havia meios para combater os fogos: havia muito menos bombeiros, muito menos carros de combate e em muitas zonas nem sequer os havia e não havia meios aéreos de combate. Para além dos já referidos piqueniques, hoje substituídos por almoços em restaurante, havia os trabalhadores rurais das ceifas, das debulhas, tiragens de cortiça, apanha de tomate e outras tarefas no campo que faziam no próprio local o seu almoço, ao ar livre, em cocarias ", os homens fumavam e não guardavam as beatas na algibeira, porém, os incêndios eram uma coisa rara. Há hoje apenas um senão: devido à desertificação dos campos existe realmente mais mato o que não pode justificar tudo, até porque muitos dos incêndios começam em sítios inacessíveis, de noite e em vários locais ao mesmo tempo, são os próprios bombeiros e as populações locais que o dizem. Alguns incendiários até chegam a ser capturados, mas depois as conclusões apontam em geral para motivos fúteis ou de insanidade mental dos autores e não se vai mais longe nas investigações.
Será que isto é fruto dos revoltados desta sociedade? Estarão os portugueses a ficar todos pirómanos? Existirão interesses obscuros e influentes que impedem que se consiga chegar a outras conclusões?

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