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Domingo, 19 de Outubro de 2008

UMA NAU NO MEU CAIS

 

Este não é um poema que possa chamar exclusivamente meu; este é mais um grito saído duma alma esperançada pela chegada do seu amor; ainda que este amor ferido de ausência, lhe vá permitir a temporalidade duma nau ancorada no seu cais.
 
 
Aqui me tens pássaro do Norte que
tanto procurei nos céus plúmbeos
de ventos transportando mãos aladas.
 
Minh'alma arde em meu corpo de brasas
porque a pele nua do meu sentir
é como o fogo estrelar em arraiais
 
Ó vem amor na volúpia desse barco que traz
as tuas mãos às minhas mãos.
 
Sossega coração,
que a delícia do amor por certo está chegando
há pássaros na distância azul voando
e mastros como mãos de ti acenando...
 
Ó meu amor, eu sei que as naus da Fenícia
aportaram e no meu cais se fixaram.
publicado por Bernardete Costa às 22:40

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