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Domingo, 19 de Setembro de 2010

A POESIA NUM RAIO DE SOL

A poesia trepa por um raio de sol

e logo o sol aquece se lhe apetece, porém na chuva ele arrefece

suspenso no arco-íris, bebendo da sede

que o atormenta. Além de que ninguém me convence do contrário: há

um malmequer que, furtando a cor ao sol,

finge ser sol planta e o  calor espanta

no solidário verde do coração da folhas. Também o sol

até parece chorar quando ri, tudo depende da minha disposição:

assim como eu naufrago em espuma no odor do mar,

o sol como a roupa a corar evapora as lágrimas

em nuvens cor-de-rosa.

Mas a verdade toda do sol, é que, sendo uma vaidosa estrela,

permite que a poesia trepe pelo fogo das palavras

e penetre pela tela fumegante do verão.

 

Bernardete Costa

publicado por Bernardete Costa às 22:33

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