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Quinta-feira, 4 de Março de 2010

ESCOLAS…E ESCOLAS

De quando em vez, sou convidada a apresentar a minha obra infantil, poesia e contos, em escolas, ou simplesmente a contactar com as crianças e até com encarregados de educação, levando-lhes livros, palavras, incentivando-os à prática de ler, è redescoberta do mundo mágico das histórias e das leituras em geral. Na essência, pretende-se o domínio da técnica e  o aperfeiçoamento da competência leitora e o desenvolvimento psíquico e cognitivo das crianças através duma abordagem lúdica e prazerosa.

Ontem, estive no Agrupamento EB123 de Freixo, Ponte de Lima. Foi com muito agrado e satisfação que senti uma plateia atenta e participativa de crianças, sempre ávida de livros, de palavras, de imagens, de histórias, de poesias, de conhecimento…e de deslumbramento.
Fiquei por lá todo o dia, tendo almoçado na cantina escolar. E foi, mais propriamente neste espaço menos condicionado às regras duma sala de aula, obviamente, que pude constatar como o pessoal não docente, e não só, (também por vezes circulavam docentes que supervisionavam o desempenho de uns e de outros), cumpria com rigor e afã as suas obrigações de acompanhamento dos alunos.
Exaltar aqui o que de bom e positivo se faz pelas escolas portuguesas, será no mínimo uma obrigação, ou um agradecimento, que me compete expressar inequivocamente.
Enaltecer aqui agrupamentos/ escolas onde a disciplina impera com espontaneidade e as regras sociais, designadamente, de inter-relacão, previamente elaboradas, ou somente intuídas, são respeitadas e cumpridas quer pelo pessoal docente, quer pelo não docente, quer pelas crianças.
Isto para exprimir o choque ao ouvir a notícia daquela criança que se suicidou porque era alvo de práticas consecutivas de agressão por parte de colegas, o famigerado bullying.
 Isto para interrogar se os auxiliares da educação educativa, mesmo que se questione o número insuficiente deste pessoal, estão devidamente motivados para as suas funções que incluem a vigilância nos recreios das escolas.
Isto porque acredito que as escolas, onde a atenção dos adultos recai acutilante e sistematicamente sobre as suas crianças, incapacitam a priori este género de atitude extrema como a protagonizada pelo Leandro; que chocou, continuará a chocar e em tão maus lençóis colocará a reputação da já tão mal conceituada educação em Portugal.
Bernardete Costa
 
publicado por Bernardete Costa às 22:32

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