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Domingo, 19 de Julho de 2009

AÍ, O AMOR SE INUNDOU

No princípio foi um desafio.

Já havia findo o verão e não mais
as praias escaldavam a pele nem as areias
com seus ardores de sol; somente
um beijo fugidio selou o outono. Tão fugaz o ritual
que em altar de cera se consagrou.
Só depois os olhos desnudaram os olhos e perscrutaram
para além do riso adivinhando o esconderijo
onde desaguavam os rios. Pedra a pedra
o dique se rompeu e pela foz fluíram águas
em susto aprisionadas na sua concha de sal.
Aí, o amor se inundou.
 
Bernardete Costa
publicado por Bernardete Costa às 21:47

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