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Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

O AMOR E O EROTISMO, SEMPRE INSEPARÁVEIS

Com ímpeto frenético
Levantei-te as saias
Minhas mãos roçando-te as coxas
De pele de veludo, firmes e suaves
Um roçagar de carne ardente e pulsante
Um calor vermelho, húmido, latejante
Meus lábios rasando-te o ventre liso
A língua titilando-te o ápice do sexo palpitante…
Tu rias fingindo esquivar-te
Retorcias o corpo elástico e fugidio
Num convite feito de recusas…
Apalpei-te os seios túrgidos e brancos
Senti neles a textura do desejo
A urgência imediata do prazer.
 
E então num frémito incontrolável
Um olhar de êxtase

Retesaste o corpo num gemido crescente
E numa convulsão violenta entregaste-te
Com um grito rouco de volúpia...
Maravilhado e com algum espanto
Recebi na boca
O gosto acre e abundante do teu gozo…
 
Olhei teu belo rosto afogueado:
Eras a mulher mais linda e serena do Mundo.

 

Leopoldo Águas

 

(este o poema enviado para a minha caixa de correio electrónico, neste dia de S. Valentim, por um leitor atento ao meu blog.)

publicado por Bernardete Costa às 18:54

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