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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

PALESTINA

Neste momento dramático em que a morte espreita pelo raiar do dia, pela sombra da noite em terras distantes, não podemos esconder, como a avestruz, a cabeça na areia, e fazer de conta que tudo continua igual nas nossas vidinhas confortáveis. 

Este leitor do meu blog, envia-me este grito de revolta e compaixão:

 

Na Palestina a gente não sabe se a morte vem de dia, se de noite
Na Palestina a morte espreita em cada esquina
Na Palestina a gente sabe que não volta
Na Palestina a morte infame cai do céu
O ódio cai do céu na Palestina
 
Falo-te de Gaza, Terra e Pátria mártir
Onde a bota sionista sufoca
Onde cada alma é um grito mudo de revolta
Onde cada homem é um morto que não morre
E os mísseis de judá destroem tudo
 
Tu viste Guernica, viste Hiroshima e emudeceste
Lançaste às cinzas uma semente e esperaste:
A vida sempre volta numa flor...
 
Ah, mas em Gaza só há mortos sem esperança
Porque cada bomba leva o nome de uma criança
E a flor bombardeada perece para sempre.
 
 Rafael Marinho
publicado por Bernardete Costa às 21:21

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1 comentário:
De Bernardete Costa a 5 de Janeiro de 2009 às 22:31
Quem diz não ser poeta e escreve assim poesia, tem pelo menos a alma do tamanho do mundo e as palavras brotam-lhe do íntimo onde a poesia mora latente, ainda que somente à espera de ganhar asas e voar.
Parabéns, Rafael.

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