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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013

poema de Júlio Fernandes, para a Ana Maria, sua mulher

Sem pressas, haveria que imaginar a tranquilidade.
Algo que não treme nas mãos,
como tempestade ou tentação espiritual.

Há um pequeno mundo a debater-se nas emoções,
quando a vida tranquila se imagina.
São jardins suspensos na sensibilidade ou exaltação.
Motivos de sociabilidade que importam à Natureza.

Sem pressas, haveria que imaginar a tranquilidade.
Algo que a poeira promete a si mesma
para distrair os instantes que atravessam o portal

os olhos da imaginação, os compassos de…,
quando o azul se estende de uma paleta ao largo
da tela segura num cavalete. Quase uma cabeça de cisne
lembrando os pés a que cheira a pintura.

Compassadamente,
as vezes em que toda a fumarada do mundo
veste real evidência –

prodigalidade ou luxo, viagem
de intromissão ou inteligência –,
tapete de «todos os Tempos» estendido ao coração…
simplesmente: –
beijo unânime de entardecer –
casa e móveis guardam, com gosto –
a Luz que os iluminou.

©JFernandes, 17.03.2013

PS: — FELIZ ANIVERSÁRIO, ESPOSA MINHA, E FELIZ ANIVERSÁRIO PARA NÓS.

publicado por Bernardete Costa às 15:07

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