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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012

A LIBERDADE DE MATAR…

Matam a esperança, ceifam a luz…

matam o sonho, a flor, o perfume e o prado,

matam a liberdade de crescer duma criança.

Porque o absurdo domina a vida, porque a loucura

solta-se das dobras da liberdade.

A liberdade não é livre porque a lei a dilacera

 a arma  a esventra ,a repudia.

A liberdade do ser é a liberdade de outro ser.

Não pode a morte insana sangrar do gatilho,

soprar por entre as árvores da infância,

mesmo que o espartilho

das balas seja leve e se solte por entre os dedos  do aceitável.

 Matam-me a esperança, ceifam-me a luz

porque nas mentes alucinadas nada mais reluz,

nem estrelas, nem velas acesas,

nem lucidez que justifique a lei do execrável.

Mate-se a aragem duma brisa,

mate-se o verde…o sol, o sorriso, mate-se até o natal

e o espanto duma estrela num olhar

…e deixe-se a liberdade ser livre

para que se continue a matar!

publicado por Bernardete Costa às 15:56

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